Olá, animaizinhos!
Tem coisa que a gente não entende – e é até melhor não entender mesmo!
Mas essa informação, trazida pelo Ancelmo Gois, pra mim, foi demais!
O QUE HOUVE?
Te conto!
Parece inacreditável, mas já se passaram quase 30 anos desde aquela madrugada que parou o Brasil. E agora, quase três décadas depois da tragédia na Serra da Cantareira, os corpos dos cinco integrantes dos Mamonas Assassinas serão exumados.
ÃHN? COMO ASSIM?
Pensei a mesma coisa, mas a decisão partiu das próprias famílias.
Nesta segunda-feira, 23, os restos mortais de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli serão retirados do túmulo. O plano é a cremação. Depois, as cinzas serão transformadas em adubo para o plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade onde os músicos moravam.
O ACIDENTE
O desastre aconteceu em 2 de março de 1996. O grupo voltava de um show em Brasília a bordo de um Learjet 25D, prefixo PT-LSD. Eram 23h15 quando a aeronave se chocou contra a Serra da Cantareira, durante uma tentativa de arremetida.
Além dos 5 integrantes da banda, morreram o piloto, um ajudante de palco Isaac Souto e o segurança.
Os Mamonas estavam no topo. O único álbum da banda, lançado em junho de 1995, vendeu 1,8 milhão de cópias em apenas 8 meses. Ao todo, já ultrapassou 3 milhões — um dos maiores sucessos comerciais da música brasileira.
Na noite do acidente, tinham acabado de se apresentar no Estádio Mané Garrincha, para cerca de 4 mil pessoas.
Era o último show da turnê no Brasil antes de embarcarem para Portugal.
MAS EXUMAR OS CORPOS?
Transformar os restos mortais em árvores é uma escolha que, em tese, fala sobre continuidade. Pode até fazer sentido, mas… 30 anos depois?
Me parece meio demais.

