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Exclusivo: CPI da Merenda Escolar já tem 7 assinaturas e será aberta na Câmara de PG

Olá, animaizinhos… segura essa, porque o negócio ficou sério. E não é pouco, não!

O QUE ROLOU, DUDU? CONTA LOGO!

Aquela história da merenda escolar, que começou lá atrás com promessa de modernização, depois virou reclamação, depois denúncia… agora virou CPI. E com número suficiente pra sair do papel.

Sim. Hoje pela manhã publiquei sobre o pedido feito ontem, na Câmara, pelo vereador Geraldo Stocco (PV), e agora foi confirmada!

Fontes do Blog do Dudu bateram o martelo: já são 7 vereadores que assinaram o pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara de Ponta Grossa.

Anota aí quem colocou o nome nessa bronca:
Geraldo Stocco (PV)
Dr. Erick (PV)
Enfermeira Marisleidy (PMB)
Joce Canto (PP)
Teka dos Animais (União Brasil)
Guilherme Mazer (PT)
Maurício Silva (PSD)

E aqui entra um detalhe importante… que muita gente não sabe, mas muda tudo. Pra abrir uma CPI na Câmara, não precisa “boa vontade” geral, nem maioria absoluta… nada disso.

A regra é clara: basta 1/3 dos vereadores assinarem o pedido. Ponta Grossa tem 19 vereadores. Faz a conta rápida aí, seo matemático… 1/3 dá 7. (tá, dá 6,3, mas tá valendo, até porque eu não conseguiria apenas 0,3 de um voto legislativo).

Ou seja… bateu o número mágico!

Traduzindo pro português bem claro: a CPI já tem base legal pra ser instaurada.

Agora não é mais “se vai ter”… é quando começa!

EU NÃO ME LEMBRO MUITO BEM A TRETA…

Ah, não? Bom… essa novela da merenda vem se arrastando há meses. E foi escalando, degrau por degrau.

Lá no fim de 2025, a Prefeitura decidiu centralizar tudo em um único contrato. Saiu aquela licitação milionária, mais de R$ 79 milhões, com uma empresa de fora assumindo praticamente todo o processo: compra, logística, preparo, distribuição… o pacote completo, tipo aqueles da Elma Chips, pra todos os gostos!

Na teoria? Organização, eficiência, controle. Na prática… começaram os ruídos.

Teve vereador questionando custo. Teve denúncia de falha no planejamento. Teve sindicato chiando, servidor protestando… e aquela pequena pulga atrás da orelha que nunca mais saiu da agenda setting dos jornalistas.

Aí vieram os relatos das escolas. Falta de alimento em alguns casos. Quantidade insuficiente em outros. E, mais pesado ainda, denúncia de comida estragada: pão mofado e fruta passada.

A Prefeitura, por outro lado, bate o pé dizendo que o abastecimento esta normal, que há estoque, que tudo está sendo acompanhado de perto. E aí ficou aquele clássico cenário brasileiro…

QUE CLÁSSICO, DUDU?

De um lado, denúncia.
Do outro, negativa.
E no meio… as crianças. Pobres crianças!

TÁ… ENTÃO VAI TER CPI MESMO, ISSO?

Vai, animalzinho! Não é mais discurso de tribuna e nem vídeo de rede social.

É investigação do Legislativo Municipal. Teremos convocação, documentos, depoimentos… e posso até arriscar que tiro, porrada e bomba não estão fora de cogitação!

Mas olha só… importante dizer, porque senão vira torcida organizada: CPI ainda não é condenação, é um instrumento de apuração.

O QUE ISSO QUER DIZER?

Quer dizer que pode confirmar problema? Pode!

Pode não dar em nada? Também pode!

Se estava tudo certo, vai aparecer. Se não estava… também!!!!

 

Enfim… abre-se a caixa.

Cenas dos próximos capítulos que vou acompanhar de perto e trazer os bastidores pra você, quero animalzinho leitor!

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Sobre o autor

Eduardo Vaz

Eduardo Vaz

Jornalista multimídia e produtor executivo de rádio e tv, com passagens por Band, Grupo Ric, Rede Massa SBT, entre outros meios de comunicação.

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