Olá, animaizinhos.
Eu juro que eu tento ser legal com os vereadores de Ponta Grossa. Alguns, sequer me olham na cara. Outros, me cumprimentam. Outros, são muito legais. Fato mesmo é que alguns deles não se ajudam MESMO!
Segunda-feira, dia de sessão ordinária, sessão até calma, eu diria. Nada muito polêmico em discussão ou pautando as comunicações parlamentares.
Talvez, por isso, há aqueles que acreditam que não precisam prestar atenção no que acontece no plenário e decidem que é uma boa hora para fazer compras.
COMPRAS, DUDU?
Sim, compras!
Primeiro, navegando nas redes sociais, dando uma olhada em casas para comprar ou alugar, não sei. Quem sabe seja a residência na próxima cidade para a qual será enviado pelo Pastor-Chefe!
Depois, uma passada generosa na Shopee, vendo o que está em promoção para aproveitar. E a sessão rolando solta…
Por fim, compreendi. O vereador (Pastor) Leandro Bianco (Republicanos – e ligado à Igreja Universal do Reino de Deus) buscava luvas de boxe e um saco de pancadas.
E aí, eu confesso, animaizinhos, que fiquei alguns segundos olhando para a tela do celular tentando entender o contexto.
Se você ainda estiver em dúvida, se a sessão estava rolando… bem! Seguem os vídeos!
Vamos analisar comigo? A Câmara de Ponta Grossa já é, por natureza, um ambiente de combate político (à lá Maguila). Às vezes tem embate verbal, às vezes discussão mais acalorada… mas treino de boxe, em tempo real durante a sessão, ainda não tinha aparecido na lista de bizarrices.
Bem… pensando melhor… talvez o vereador esteja apenas se preparando. Vai que vem debate mais pesado por aí, uma sessão com round 1, round 2 e intervalo para hidratação. Ou, quem sabe, seja apenas uma grande coincidência mesmo. Daquelas que só o Senhor explica. Um momento de “multitarefas legislativas”, por que não?
De um lado, o plenário discutindo projetos, moções e demandas da cidade. Do outro, ali na pontinha, sentado, quietinho, o vereador montando o carrinho da Shopee com equipamentos de combate. Cada um com sua importância.
Talvez seja apenas mais um capítulo curioso da política ponta-grossense. Desses que ninguém gosta de assistir.













